Ao longo dos anos, o do Bicho se consolidou como uma verdadeira instituição paraibana. Mesmo sendo proibido por lei desde 1946, a prática nunca deixou de existir e movimenta uma economia paralela que beneficia diversos setores, como gráficas, transportadoras e até mesmo políticos e policiais que recebem propinas para fazer vista grossa à atividade ilegal.
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