Especialistas destacam que a combinação de com métodos tradicionais, como o gerenciamento de banca e a definição de limites, pode contribuir para uma experiência mais equilibrada, sem necessariamente aumentar os riscos envolvidos.
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Willian Carvalho
1.8 de 5 estrelas
Compra verificada
MELHOR JOGO
so tem hacker mas é bom
Só jogo o clubs e por algum motivo esse ano todas as partidas tem no minimo 70 de ping. N tem como jogar assim e pior n tem como pedir refound. A gameplay melhorou em relação ao ano passado mas esse ping é coisa de processo. Fui pesquisar e descobri q esse ano n tem servidor no brasil. Ultimo ano q eu compro essa bosta.
Delicioso
Jhoses SKINS
2.1 de 5 estrelas
Compra verificada
👍
Jogão com história cativante. O espírito da Telltale vive agora com a AdHoc. Não espere múltiplas escolhas com vários finais diferentes (infelizmente) e sim aquelas escolhas "mudou um teco ali e aqui" mas a narrativa é MUITO boa. Ansioso pelos próximos capítulos. Outros pontos positivos: Trilha sonora, cutscenes e gráficos. Uma surpresa em pleno final de 2025
no minimo 100 hora de jogo pra pegar um caça decente, seloko num comepnsa
o basico que funciona
MaxMasaru
3.4 de 5 estrelas
Compra verificada
jogo quebrado
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.