Counter-Strike é um dos jogos mais marcantes da história dos FPS e continua sendo incrível mesmo depois de tantos anos. A sensação de jogar é única: cada partida traz aquele misto de adrenalina, estratégia e trabalho em equipe que poucos jogos conseguem oferecer. O equilíbrio entre habilidade individual e cooperação é o que torna o jogo tão viciante. Não é só sobre mirar bem — é sobre pensar rápido, se comunicar com o time e tomar decisões inteligentes em segundos. Cada round conta, e a tensão até o último segundo é viciante. Outro ponto positivo é a longevidade: mesmo após centenas (ou milhares) de horas, o jogo ainda consegue ser divertido. Sempre há algo novo para aprender, seja em táticas, mapas ou simplesmente em melhorar suas próprias habilidades. Além disso, a comunidade é imensa e ativa, o que garante sempre partidas rápidas e competitivas. E claro, o cenário competitivo é uma atração à parte, servindo como inspiração para qualquer jogador. Counter-Strike é um clássico absoluto, um jogo que consegue ser simples e profundo ao mesmo tempo. Perfeito para quem gosta de desafio, competição e muita emoção. Nota: 10/10 — um verdadeiro ícone dos games.
Como jogador, vejo o CS2 como um grande salto para a franquia: gráficos muito mais realistas, mapas detalhados, jogabilidade fluida e um sistema de fumaça que mudou totalmente a estratégia do jogo. A manutenção das skins também foi um ponto muito positivo, mostrando cuidado com a comunidade. No entanto, o anti-cheat ainda é um ponto fraco. Apesar das melhorias prometidas, ainda é comum encontrar hackers em partidas, o que atrapalha bastante a experiência competitiva. No geral, o CS2 é um jogo incrível e moderno, mas a Valve precisa dar mais atenção ao sistema de segurança para garantir a qualidade que os jogadores merecem.