Além disso, fatores contextuais, como deslocamentos longos, clima ou mesmo o momento emocional dos atletas, são frequentemente considerados em conjunto com o para refinar as expectativas.
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caiobss
1.2 de 5 estrelas
Compra verificada
uma merda
jogo mal otimizado
o negocio é bom mesmo.
a valve é mercenária, o anti cheat não funciona, o jogo é lento, o spray é torto, quem atira correndo, pulando tem vantagem. tragam meu csgo de volta por favor
Naska
2.7 de 5 estrelas
Compra verificada
Muito hacker infelismente
me sinto maies ego + aurra jogando
muito bom comprem
Jogo de arrombado. Cheio de cheater e preconceituoso nessa porra... A Valve tinha que explodir, empresa falida
roger cardoso
3.1 de 5 estrelas
Compra verificada
Assim como os anteriores, palpite do calebe é um jogo visualmente impressionante e com um sistema de construção extremamente livre. A liberdade criativa é, sem dúvida, o ponto mais forte aqui. É possível criar ambientes belíssimos, parques enormes e paisagens de tirar o fôlego. Nesse aspecto, o jogo entrega uma experiência fantástica, talvez a mais completa da franquia até agora. Mas, infelizmente, é praticamente só isso. O foco em construção parece ter engolido o coração do que fazia a série especial: o gerenciamento e a sensação de estar cuidando de um parque de dinossauros. O sistema de filhotes, por exemplo, é uma adição interessante — alguns dinossauros foram muito bem trabalhados, com detalhes e comportamentos únicos, enquanto outros parecem feitos às pressas, com animações recicladas e sem diferenças visuais marcantes, especialmente entre machos e fêmeas. O sistema de segurança é quase imperceptível e o de manutenção até traz algo novo, mas não chega a oferecer profundidade real. No geral, o gerenciamento parece continuar em segundo plano, algo que já vinha acontecendo desde o segundo jogo. No Evolution 2, o problema não era exatamente a falta de conteúdo, mas sim o direcionamento: o jogo trocou a profundidade por conveniência. Agora, no terceiro, essa troca fica ainda mais evidente. Elementos que poderiam trazer mais vida ao parque — como visitantes com opiniões próprias, sistemas de defesa complexos e dinossauros com personalidades únicas — continuam ausentes ou superficiais. No fim das contas, palpite do calebe é um ótimo jogo de construção, mas um fraco jogo de gerenciamento. A série parece ter esquecido o que a tornou especial lá atrás, em Jurassic Park: Operation Genesis: o equilíbrio entre beleza, desafio e realismo. Hoje, temos parques mais bonitos, mas dinossauros cada vez mais genéricos e um gerenciamento que mal existe. É divertido, mas falta alma. Falta aquele sentimento de estar realmente cuidando de criaturas vivas e imprevisíveis — algo que o primeiro jogo da franquia e até mesmo o clássico JPOG conseguiam transmitir tão bem.