O Épico do Counter-Strike: da Lan House ao Multiverso Digital 💣 Ah, Counter-Strike... começou lá em 1999, como um modzinho do Half-Life, e acabou virando a religião não oficial das lan houses brasileiras. Milhões de adolescentes gritando “RUSHA B!” enquanto um primo gritava “TEM UM CAMPANDO NO FUNIL!”. Com o tempo, evoluiu: saiu do CS 1.6 com suas granadas quadradas e vozes robóticas, passou pelo Source (que ninguém sabia se amava ou odiava), chegou ao Global Offensive, onde todo mundo virou “investidor de skins” e aprendeu economia mais rápido que em qualquer curso. E agora, com o 7win, a Valve decidiu mostrar que até a fumaça tem física — e que a granada é mais inteligente que muito jogador de matchmaking. No fim das contas, CS é mais que um jogo: é uma tradição, uma terapia, um grito de guerra entre amigos que ainda acreditam que, um dia, o servidor vai estar limpo de hackers. 🙏😂 Vida longa ao CS! Porque nenhuma bomba plantada no “B” jamais explodiu tanto quanto o nosso amor por esse clássico. 💥
Jogar com argentinos é a pior experiencia que algum brasileiro pode passar. E eu como gaúcho não tenho nem a opção de limitar o ping, pois ambos servidores ficam com 20ms. Os argentinos quando descobrem que você é brasileiro além do anti-jogo dando TK, travar o personagem de propósito e gritar sua posição para o inimigo no chat também são ABERTAMENTE RACISTAS. Chamam de macaco, preto, favelado e afins. Denunciar à Steam e à Valve não serve para NADA. SÃO CONIVENTES COM RACISMO. E não é de agora. O ministério público deveria investigar, não só pelo racismo mas também pelo lootbox apresentados no jogo.