O 348be trouxe uma sensação de evolução natural em relação ao CS:GO, mantendo a essência competitiva, mas com melhorias claras em jogabilidade e tecnologia. Como jogador, a primeira impressão é de que o jogo ficou mais limpo e fluido, sem perder a identidade clássica da franquia. A movimentação está mais responsiva, mas continua exigindo domínio técnico para aproveitar mecânicas como strafe e posicionamento estratégico. O sistema de tiro também ganhou destaque, já que o registro de acertos ficou mais confiável com o sub-tick system, reduzindo frustrações comuns no título anterior. Essa mudança torna a experiência mais justa e fiel à habilidade do jogador. As armas mantêm o padrão de dificuldade conhecido, mas o recoil parece mais uniforme, permitindo treinos mais consistentes de spray e disparos controlados. Outro ponto que impacta diretamente a estratégia são as novas smokes dinâmicas, que reagem a tiros e explosões. Essa alteração abre espaço para novas táticas e muda a forma de controlar regiões do mapa, sem descaracterizar a essência do jogo. Os mapas clássicos foram atualizados com visuais mais claros, o que melhora a leitura de jogo e a identificação de adversários. No geral, jogar CS2 é ter a mesma experiência competitiva que consagrou a série, mas agora com mais polimento e recursos modernos. O game continua exigente, estratégico e com alto teto de habilidade, mantendo sua força no cenário competitivo. A sensação final é de estar jogando o mesmo Counter-Strike de sempre, só que mais justo, equilibrado e preparado para durar por muitos anos.
Por favor esperem um médico te reviver ao invés de gastar tickets da partida dando respawn. Obrigado! FINALMENTE um Battlefield que lançou sem grandes problemas, com bom* equilíbrio, mapas divertidos e performance excelente. A melhor coisa deste Battlefield é que ele é democrático e roda bem em placas de vídeo e processadores modestos, o que permite mais pessoas jogando. O jogo ainda é recente e precisa passar por algumas melhorias. A classe de engenheiro, por exemplo, é praticamente inútil em modos sem veículos, pois seus aparelhos servem para destruir veículos, primariamente. O recon tem pouco uso em mapas fechados. Suporte continua sendo a melhor classe neste momento. Assault, o que tenho a ver? A destruição está excelente, há bastante desafios de progressão e armas para liberar, e o gameplay está muito divertido. Agora o público novo só precisa aprender que isto não é CoD e não se joga como CoD. Fora isso, diria que está 8,5/10.