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O Maldito do Schrödinger
1.4 de 5 estrelas
Compra verificada
é legal, mas da raiva
Battlefield 6 tem seus momentos de glória, mas, meu amigo, é uma montanha-russa que descarrila mais do que entrega. Quanto mais tempo eu boto em jogo, pior minha percepção quanto a ele fica: Ponto número 1: O menu é um pesadelo de UX. Sério, parece que alguém da equipe olhou pro catálogo da Netflix e pensou: “Olha, um carrossel horizontal! Vamos enfiar isso no jogo!”. Navegar por ele é como tentar achar um filme bom no streaming às 3 da manhã: confuso, frustrante e você só quer desistir. Ponto número 2: O hype passou, e sobrou um primo distante do Call of Duty. Após a empolgação inicial, fica claro que a DICE quis surfar na onda dos jogos frenéticos tipo CoD. É correr, atirar, deslizar, e rezar pra estar com a arma do meta, porque, se não, boa sorte. Os mapas menores são um caos absoluto, e os maiores? Bem, prepare-se para ser eternamente humilhado por jatos pilotados por ases que parecem saídos de Top Gun. Eles vêm, metem um rasante, te obliteram e somem no horizonte. Derrubar um piloto experiente? Esqueça, o mesmo já sumiu antes de você conseguir dar lock. Ponto número 3: Hitbox e bloom: a loteria da morte. A jogabilidade em média e longa distância é uma roleta russa. O bloom das armas e a hitbox caprichosa transformam cada tiroteio numa questão de sorte. Quem será o escolhido para sair vivo em uma trocação aonde ambos ficam pinando eternamente? Spoiler: provavelmente não é você. Ponto número 4: Campanha? Que campanha? Se você achava que Battlefield nunca foi sobre campanha, BF 6 prova que pode ser ainda pior. É tão genérica que parece um FPS de 2006 baixado de um site duvidoso. Rasa, previsível e com menos carisma que um NPC de tutorial. Ponto número 5: Progressão que não faz sentido. O sistema de progressão é uma piada de mau gosto. Quer uma skin maneira pra sua sniper? Ótimo, agora vai lá jogar 50 horas de engenheiro. É como ter que lavar louça pra ganhar um sorvete. Quem pensou nisso claramente nunca jogou um videogame na vida. Ponto número 6: Mapas que testam sua sanidade: Mapas como os urbanos são um exercício de paciência (ou insanidade). Inimigos brotam de todos os lados — atrás, na frente, dos lados, do teto, do esgoto. É como a famosa frase "Fish in a barrel", porem você é o peixe. Sem 300 mg de cafeína e reflexos de dar inveja em um gato, prepare-se você vai ser humilhado até a finalização da partida.
Infelizmente o jogo esta repleto de hacker, e o desenvolvedor parece não se importar com isso!
8 a cada 10 players odeiam voce e toda sua familia
Crisllan valente
2.6 de 5 estrelas
Compra verificada
muito hack em game
muito divertido
só estou pelo dinheiro tmj
arranca sua alma.
Moriah...
3.7 de 5 estrelas
Compra verificada
odeio esse jogo
Claro! Aqui vão três bons motivos pra jogar CS2 (cheat engine): 🧠 Competitividade e habilidade real – O jogo recompensa reflexos, estratégia e trabalho em equipe. Cada rodada é uma chance de melhorar e provar sua habilidade. 💎 Gráficos e física melhorados – O CS2 trouxe o motor Source 2, com fumaças dinâmicas, iluminação realista e movimentação mais fluida. A jogabilidade ficou mais imersiva e precisa. 🤝 Comunidade gigante e ativa – Há milhões de jogadores no mundo todo, com campeonatos profissionais, modos personalizados e servidores variados. Sempre tem alguém pra jogar — seja casual ou competitivo. Quer que eu monte uma versão mais divertida (por exemplo, estilo post de rede social ou texto pra convencer um amigo)?