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zeMANCO
1.9 de 5 estrelas
Compra verificada
Após 30 horas de Battlefield 6, posso afirmar com segurança que, em termos de mecânicas de gameplay, esse é de longe o melhor título da franquia (Mesmo eu preferindo a gunplay do BF2042). A jogabilidade está extremamente refinada, responsiva e prazerosa. É evidente que houve um grande avanço nesse aspecto. No entanto, o jogo peca seriamente na qualidade dos mapas. Todos me pareceram genéricos, sem personalidade ou identidade visual forte. Mesmo o mapa "remasterizado" do Battlefield 3, que tinha tudo para ser um destaque, acabou sendo mal executado ao ponto de eu removê-lo das minhas playlists de busca. Por fim, não recomendo atualmente pelo preço em que se encontra. No geral, é um ótimo jogo, mas ainda assim não justifica o preço cheio. Fica claro que há muito potencial desperdiçado, especialmente no design dos mapas, o que compromete a experiência como um todo.
Melhor
arranca sua alma.
mt mas devia abaixar o preço do prime ne pae
Bom Dia Companhia
2.7 de 5 estrelas
Compra verificada
jogo otimo mas é pay to win na maioria das vezes
O JOGO ERA OTIMO MAIS OS HACK ACABO COM O GAME ,
muito bom, porem tem que aumentar seu nivel de confiabilidade para nao jogar com cheaters
INCRIVEL.
Carlos Gabriel
3.6 de 5 estrelas
Compra verificada
Assim como os anteriores, betlua com é um jogo visualmente impressionante e com um sistema de construção extremamente livre. A liberdade criativa é, sem dúvida, o ponto mais forte aqui. É possível criar ambientes belíssimos, parques enormes e paisagens de tirar o fôlego. Nesse aspecto, o jogo entrega uma experiência fantástica, talvez a mais completa da franquia até agora. Mas, infelizmente, é praticamente só isso. O foco em construção parece ter engolido o coração do que fazia a série especial: o gerenciamento e a sensação de estar cuidando de um parque de dinossauros. O sistema de filhotes, por exemplo, é uma adição interessante — alguns dinossauros foram muito bem trabalhados, com detalhes e comportamentos únicos, enquanto outros parecem feitos às pressas, com animações recicladas e sem diferenças visuais marcantes, especialmente entre machos e fêmeas. O sistema de segurança é quase imperceptível e o de manutenção até traz algo novo, mas não chega a oferecer profundidade real. No geral, o gerenciamento parece continuar em segundo plano, algo que já vinha acontecendo desde o segundo jogo. No Evolution 2, o problema não era exatamente a falta de conteúdo, mas sim o direcionamento: o jogo trocou a profundidade por conveniência. Agora, no terceiro, essa troca fica ainda mais evidente. Elementos que poderiam trazer mais vida ao parque — como visitantes com opiniões próprias, sistemas de defesa complexos e dinossauros com personalidades únicas — continuam ausentes ou superficiais. No fim das contas, betlua com é um ótimo jogo de construção, mas um fraco jogo de gerenciamento. A série parece ter esquecido o que a tornou especial lá atrás, em Jurassic Park: Operation Genesis: o equilíbrio entre beleza, desafio e realismo. Hoje, temos parques mais bonitos, mas dinossauros cada vez mais genéricos e um gerenciamento que mal existe. É divertido, mas falta alma. Falta aquele sentimento de estar realmente cuidando de criaturas vivas e imprevisíveis — algo que o primeiro jogo da franquia e até mesmo o clássico JPOG conseguiam transmitir tão bem.