Como fã de shooters competitivos e, em especial, da série Battlefield, minha sensação é que Battlefield 6 representa um “retorno ao que funciona” com muito mais acertos do que falhas. A vertical destruição ambiental, o combate equilibrado entre veículos e infantaria, o visual impressionante — tudo isso entrega aquela sensação clássica de “guerra total” que a franquia prometeu. Os pontos fracos (campanha genérica, mapas mais “contidos”, problemas técnicos pontuais) não tiram o brilho geral, especialmente se você for alguém que joga para o modo multiplayer. Se você gosta de FPS com ênfase em trabalho de equipe, estratégia de esquadrão, veículos e ação em larga escala, Battlefield 6 é muito provável que te agrada bastante. Se sua preferência for narrativa forte como foco principal, talvez a campanha não seja seu ponto favorito.
O que eu gostei: Eu curti bastante os gráficos novos e a iluminação — o jogo ficou muito mais bonito e realista, principalmente nas fumaças e nos mapas clássicos. A sensação das armas também está bem fluida, o som está mais limpo e dá mais impacto nas trocas de tiro. Gostei também da nova interface, que está bem mais organizada e moderna. O que eu não gostei: Por outro lado, senti que o desempenho ainda não está 100%. Às vezes o FPS cai do nada, e a movimentação parece um pouco diferente do CS:GO, o que estranha no começo. O sistema competitivo também poderia ser mais justo e transparente, e tem alguns modos e recursos antigos que ainda fazem falta.